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NEWS

Meia do Rio na mira de Luiz Otavio

By | In Blog | on Março 30, 2016

O engenheiro Luiz Otavio Monteiro, membro da equipe Upsports Club, foi entrevistado pelo blog Boratreinar. Contando os dias para a Meia Maratona do Rio, o atleta falou sobre sua experiência anterior nesta prova, além de contar como a assessoria da Upsports Club foi importante em seus treinos.

“Diria que hoje, com todo o suporte não só na prova, mas principalmente na construção de nossa preparação ao longo do ano, para os objetivos traçados, a assessoria é fundamental para não apenas dar melhor de rendimento, mas para condicionar como correr.” (Luiz Otavio)

 

luiz-otavio

 

Confira a matéria do Boratreinar na íntegra:

Luiz Otavio Monteiro está contando os dias para mais uma meia maratona. A Meia Maratona do Rio é parte da história de corredor deste engenheiro de produção. Tudo começou em 2004, mas em 2005 as corridas pareciam ter saído da vida de Luiz Otavio. Mas em 2014, ele voltou aos treinos e fez novamente a Meia do Rio. Em 2015 procurou a assessoria da Upsports e fez sua melhor meia. Aos 38 anos, Luiz Otávio está pronto para mais um desafio. Confira!

Quando e como você começou a se envolver mais seriamente com a corrida?

Em 2004, por razões de saúde, comecei a frequentar academia. Por indicação do profissional de Educação Física, me aventurei na esteira. Primeiro dia, 29min30 de caminhada e 30 segundos de corrida. A partir daí, a cada dia fui aumentando o tempo e o ritmo ​até conseguir correr por 30 minutos. O passo seguinte, depois de seis meses, foi disputar a primeira prova de rua: Corrida da Paz de 2004, 6K no Aterro do Flamengo. Nesse dia percebi que queria seguir com a corrida, mas ainda sem conhecer grandes desafios.

​Em janeiro de 2005, decidi alcançar uma meta mais ousada: 10K na Corrida de São Sebastião. Duas semanas antes da prova torci meu pé durante um treino. A aquilo me deixou irritado, frustrado e decepcionado por não ter como cumprir o que tinha estabelecido como meta. Mas decidi ir. Nesse dia, aprendi a 1ª lição das corridas: nunca force além de seu limite. Terminei a prova com dores insuportáveis, mas já estava envolvido demais com esse universo. E treinei como nunca para o maior desafio até aquele momento: a Meia Maratona Internacional do Rio, ainda em 2005. Aí vi que era um caminho (quase) sem volta.

Qual a sensação e a expectativa de correr uma meia maratona em casa?

Nunca corri uma prova fora do Rio. Tenho muita vontade, mas ainda não tive essa oportunidade. Mas a Meia Maratona do Rio, com largada no Pepê e término logo após a Enseada de Botafogo é o circuito mais bacana que poderia ter. Moro em Niterói, mas sou carioca. Morei 30 anos no Rio.

 Acredita que poder treinar no percurso da prova pode fazer diferença?

​Muitos dizem isso. Mas confesso que correr em lugar repetido não me anima muito. Gosto de criar circuitos alternativos, diferentes​. Mas este percurso é bom demais.

Por que ficou este tempo parado? Como se sentiu e qual a sensação de voltar?

Depois que cumpri a meia de 2005, me senti infalível. Correria quanto e quando quisesse.  Grande erro. E aí, veio graduação, concursos, mestrado, trabalho. Pegue isso tudo e multiplique pelo comodismo. Resultado: quase 10 anos longe da atividade. Um dia, porém, bateu saudade. Ver amigos começando a correr, se envolvendo com o esporte, me trouxe aquela sensação de que eu ainda tinha lenha para queimar correndo. Parei por erro meu e só eu poderia consertar isso. Decidi voltar.  Difícil foi me convencer de que eu estava bem mais velho e que eu não sabia absolutamente nada de corrida.​

​Em 2013, quando minha filha nasceu, fiquei tão feliz que prometi mil coisas. Uma delas foi voltar a correr e disputar a Meia Maratona do Rio todo ano, até que um dia algum médico dê um parecer me impedindo. Diria que isto foi o propulsor da minha volta. Então, hoje me sinto satisfeito por voltar a praticar algo que gosto e me identifico. Além de saber que me faz bem mentalmente e auxilia na saúde para poder cuidar da minha família, que me apóia incondicionalmente. Minha mulher se orgulha e entende como isso me faz bem. Minha filha, quando acorda e não me vê em casa, diz ‘papai foi correr’. Isso é, sem dúvida, o melhor combustível para correr. Todas as medalhas de participação são dela.​

Luiz Otavio

Acha que a prova começa a ficar dura pra valer em qual km? Por que?

​Eu tenho seríssimas dificuldades nos primeiros 5K. Em diversos momentos penso: ‘que tô fazendo aqui?’. Durante a prova, a cabeça de engenheiro começa a trabalhar, fazendo mil cálculos: ‘já cumpri 25% do percurso, ainda falta fazer isso que já fiz mais três vezes. Dá?’. Depois do meio da prova, vou bem, fico meio anestesiado. Mais para o fim bate uma angústia, porque você começa a sentir fadiga e sabe (por conhecer o percurso) que ainda faltam tantos e quais km. Normalmente, na entrada da Avenida Princesa Isabel sinto essa vontade de acabar logo. Mas diria que a partir dos 16K, o cansaço bate e você precisa dosar o ritmo para não estourar, controlar a vontade de dar um sprint e acabar logo e também a ansiedade para chegar logo ao fim e sentir aquele prazer em cumprir novamente a meta. ​

Tem alguma dificuldade para encaixar os treinos para um prova longa como esta?

É muito difícil. Mas o sacrifício vale. Este ano, para cumprir ao máximo o plano traçado pela Upsports, acordo às 4h30 e vou correr. No fim de semana saio de casa às 6h para antes das 8h já ter feito o treino. Quando dá, na hora do almoço utilizo o tempo para correr na academia da empresa. Mas sempre fico com a sensação de que estou devendo treinos…​

Já tem planos pós-prova? Aumentar a distância…

Não. Minha meta de avanço se resume ​a tempo. Em 2005, fiz em 2h26min. Em 2014, 2h15min, No ano passado em 2h06min. Um sonho é tentar fechar este ano em menos de 2h. Se for 1:59:59 tá bom demais! Mas não pretendo disputar maratonas. Meu trade-off para corridas considera satisfação pessoal e sacrifício.  E considero a preparação para maratona ultradesgastante. Hoje, eu diria que não é meu objetivo. Prefiro distâncias menores, com tempos melhores.

A Meia do Rio é sua prova-alvo?

​Ela é a minha prova favorita. Até corro outras ao longo do ano, mas essa eu faço questão.​ Pelo ambiente e pelo simbolismo que ela tem na minha ‘carreira’. Foi a minha primeira prova longa. E depois da para de 10 anos voltei nessa mesma prova.

Qual a importância de uma assessoria especializada na preparação para um prova como a meia?

Essencial. Na volta, em 2014, treinei sozinho. Foi um sufoco. Não basta só correr, tem que saber como correr. No dia da prova, acabei indo com a equipe da Upsports, apresentada por uma grande amiga da família. E fiquei chocado com o nível de profissionalismo, dicas, equipamentos, sugestões de táticas e estratégias para a prova. ​Eu fui com o que imaginava que era adequado. Para ter uma idéia, disputei uma prova com garoa correndo com meias de algodão e com costura. Terminei a prova extenuado e com uma infinidade de bolhas nos pés.

Na tenda da equipe, após a prova, o atendimento foi coisa de outro mundo. Mesmo sem ser da equipe, tive o apoio do time inteiro. Saí dali com a certeza de que em 2015 correria com eles. E assim foi feito. Ano passado, terminei a prova em um nível físico muito melhor que o ano anterior e sem percalços que pudessem me prejudicar durante a meia maratona. Ainda baixei o tempo em nove minutos. Diria que hoje, com todo o suporte não só na prova, mas principalmente na construção de nossa preparação ao longo do ano, para os objetivos traçados, a assessoria é fundamental para não apenas dar melhor de rendimento, mas para condicionar como correr.

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